
"Uma novela das Arábias"
A vida estava muito dura para os amigos Carlos Roberto e Dindo, que tinham um bom plano na cabeça para salvar a companhia de teatro, mas precisavam de muito dinheiro. Aí, deu camelo no jogo e a sorte mudou totalmente. É quando Carlos Roberto incorpora o Sheik de Ipanema e começa a badalação na caçada internacional aos petrodólares. Ele topa se passar por sheik, mas, com o passar do tempo e as possibilidades de dinheiro fácil, seus bons sentimentos já não são mais os mesmos. Isso revolta Dindo. O deslumbrado sheik também não conservará seu amor por Gigi, uma bondosa vedete de teatro rebolado. A história apresenta outros tipos curiosos: Rocão, um bicheiro com tendência ao gangsterismo, sentimental e meio patético nas atitudes; Dodô, um aristocrata arruinado cuja mulher, a pantera Leonor, o usa como pode para se infiltrar nas altas rodas; Bobby, um ex-galã de cinema que está querendo construir um super hotel rotativo na restinga de Marambaia; e outros.
S1 E100 • 09/08/1975
O Sheik em São Paulo está cantando um funcionário da Tupi, pois ele quer um papel. Nisso, chega Henrique Martins e lhe avisa de que falou com o Gallo. Um papel pra ele está garantido. Bobby, Zezinho e Dodô vão ao banco descontar o cheque. O gerente avisa que tem fundos, mas o sheik Abdul mandou cancelar. Eles correm para o apartamento dele pedir perdão mas, são avisados pelos guardas que a república foi proclamada em Qual-El e de que o Sheik irá ser preso lá. Após furar 12 pneus, Rocão chega em São Paulo e manda que seus homens batam de porta em porta. Na rua, são descobertos pelo Rocão por acaso. Dino berra pela polícia e Rocão sai correndo. Abdul é preso. O presidente é um tal de Mustafá, parecido com Mumu. Abdul indica pra ele o Hotel, provavelmente do Zezinho. Este e sua turma quebraram um violento pau e foram todos em cana. Afinal, perderam milhões por pura burrice.
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